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Você conhece o projeto Carne Ao Molho Madeira do Greenpeace?

Entre 2000 e 2012, a agropecuária foi responsável por metade do desmatamento ilegal nos países tropicais. No Brasil, até 90% da derrubada ilegal da floresta Amazônica neste período ocorreu para dar lugar ao gado e à soja – sendo 60% da área apenas para criação de gados.

Se você não sabia disso, não se assuste. A grande maioria das pessoas ainda não tem ideia da derivação das carnes, nem as consequências ambientais do desmatamento causadas pela atividade pecuária. Para seu conhecimento, mais de 40% da carne vendida no Brasil vem da Amazônia e mais de 40%, tem origem desconhecida. E, a partir de 2009, dentre diversos frigoríficos brasileiros, apenas 3 comprometeram-se com o Desmatamento Zero.

Com o propósito de conscientização de quem compra carne nos grandes mercados do país, o Greenpeace lançou uma ação de guerrilha em tais estabelecimentos, colando adesivos que questionam se o consumidor sabe de onde vem a carne que pretende comprar.

Para dar início ao Carne ao Molho Madeira, a ONG levantou dados e fez um ranking dos maiores supermercados do Brasil, baseado em três critérios: se a empresa tem uma política de aquisição de carne bovina livre de desmatamento, a qualidade e o rigor dessas políticas e a transparência dos supermercados com seus consumidores. O máximo que cada supermercado podia atingir era 100%, mas nenhum chegou perto disso.

A campanha, intitulada tem como objetivo fazer com que os consumidores pressionem as redes de supermercado a escolherem frigoríficos que não contribuam com o desmatamento da Amazônia, nem com a invasão de terras indígenas ou envolvimento com trabalho escravo para a criação de gados.

No final de 2015, a Moustache juntamente com a Marfrig Global Foods, iniciou uma campanha chamada #CarneConsciente. A Marfrig foi a primeira dos 3 grandes frigoríficos brasileiros a assumir o compromisso de Desmatamento Zero, completando no fim de 2014 o fim do mapeamento de todas as áreas de fornecimento de gado da empresa e monitorando-as.

Veja os vídeos da campanha aqui e aqui.

Com a morte do Rio Doce, de todo um bioma e de tudo o que vem acontecendo nos últimos tempos, quanto mais consciência e mais atitude tivermos para preservar o que ainda temos, estaremos movendo as peças para que a gente, os animais e a natureza, consigam ter uma vida menos comprometida com nossa própria inconsciência.

 

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