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Por que o Facebook está apostando tudo no Live?

Embora o Live do Facebook tenha começado como uma ferramenta para celebridades, depois da abertura para o público em geral, tal ferramenta cresceu muito rápido junto ao perfil demográfico no qual Zuckerberg mira daqui há 5 anos.

As janelas cruas e sem filtro para a vida dos outros são a grande novidade nas mídias sociais. Vários aplicativos lançados no ano passado e este ano – Periscope, Meerkat, Peach e Beme, entre outros – tentam aperfeiçoar esse tipo de experiência. E é exatamente isso o que o Snapchat faz tão bem – e o motivo pelo qual o aplicativo se tornou uma ameaça tão grande para o Facebook. Claramente é algo em que Zuckerberg também está pensando.

De fato, uma tendência recente nas mídias sociais é um distanciamento gradual de conteúdos altamente produzidos, particularmente no que diz respeito aos vídeos.

Muitas das funcionalidades do Live parecem ter sido pensadas para reforçar essa sensação de algo cru, algo que não tenha sido pensado nem ensaiado. É por isso que a empresa investiu tanto para reduzir a latência, ou o pequeno delay que as vezes acontece.

A ideia é que a audiência possa assistir e comentar os vídeos ao mesmo tempo, e quem transmite possa acompanhar e responder as interações em tempo real. O Live também tem uma nova função de busca para te ajudar a descobrir novos conteúdos. E o Facebook dá sugestões para que você sempre tenha algo para assistir.

Antes, os usuários só podiam postar reações estáticas aos vídeos – um “joinha” ou uma cara feliz. Essa era basicamente sua maneira de avaliar o vídeo. Agora, você pode reagir conforme o vídeo vai passando, e as reações aparecem num fluxo constante no pé da tela. Se for a reação de algum amigo, a foto de perfil dele também é exibida.

Além disso, se você assistir o vídeo de novo, todas as reações vão aparecer na hora certa. Se alguém deu uma curtida aos dois minutos, por exemplo, ela vai aparecer aos dois minutos quando você assistir o vídeo gravado.

Se tudo isso parece com o Periscope, o aplicativo de vídeo ao vivo do Twitter – que também mostra um mapa das transmissões, também permite reações em tempo real com ícones e também mostra as reações em comentários para os vídeos gravados? Bem, sim, as semelhanças são muitas.

Porém o que diferencia o Live do Periscope é óbvio: a audiência. E a prova disso começou quando o Facebook passou a priorizar o Live na timeline e várias empresas de mídia entraram com tudo nessa onda para construir suas audiências. O Facebook já se beneficia muito do efeito de rede, o que significa que você não precisa começar do zero quando adota o Live. As pessoas já estão lá.

Em paralelo a isso, a rede social já está criando suas próprias celebridades e gêneros. Liz Cook, uma tatuadora que trabalha ao vivo, já tem mais de 1 milhão de seguidores.Esther the Wonder Pig, que é, bem, é uma porca que faz muito sucesso. Tudo que é bizarro parece funcionar.

Parece claro onde o Facebook quer chegar com tudo isso: a TV tradicional. A empresa já tentou comprar os direitos de transmissão das rodadas de quinta-feira à noite da NFL, a liga de futebol americano (o Twitter ganhou a concorrência). O Facebook também estaria negociando com celebridades para que elas transmitam usando o Live. E, se alguém conseguir no Facebook Live os mesmos números de audiência que tem num canal a cabo (e isso é perfeitamente possível), por que investir na TV tradicional, que custa muito mais caro?

As escolhas das emissoras de TV podem ser infinitas, mas sua atenção, não. Embora o Live não signifique o fim da TV como a conhecemos, de uma coisa podemos estar certos: é o começo de algo novo. Vamos ficar de olho!

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O YouTube Red chegou. E agora?

O YouTube Red é a mais nova invenção de streaming na web. Na tentativa de competir com grandes nomes do streaming como Netflix, o YT Red chega com um serviço em que você paga U$9.99 mensais e tem acesso a recursos premium, como conteúdo exclusivo para assinantes e a possibilidade de não haver mais anúncio aparecendo nos vídeos do site.

A plataforma ainda chega com serviços como a possibilidade de download dos vídeos, salvá-los para ver offline e também continuar ouvindo o som do vídeo em background em aparelhos mobile – o que é algo que muitos usuários pedem faz tempo. O YouTube Red também vem com a possibilidade de inscrição para o YouTube Music, anteriormente um serviço de streaming de música do Google Play e, os assinantes do serviço já tem acesso garantido ao YouTube Red sem custos adicionais.

Não é a primeira vez em que o YouTube tenta introduzir um serviço pago – anteriormente a rede já havia tentado cobrar U$0.99 para conteúdos exclusivos para usuários, mas a tentativa foi em vão – porém o YouTube Red tem um alcance muito maior e se baseia na linha de plataformas de streaming que estão fazendo muito sucesso, como Netflix, HBO e Amazon.

A nova plataforma do YouTube, no entanto, é um ponto de vantagem na história da internet. Embora seja improvável que o serviço faça um grande impacto, se houver, fará sobre a forma como a maioria de nós consumimos o nosso conteúdo online, mostrando o sinal da mudança dos tempos na medida em que mais e mais serviços estão pressionando por exclusividade rigorosa e a focalização no sentido de conteúdo premium.

Com isso em mente, comparar YouTube e Netflix talvez seja irrelevante, pois enquanto ambos fornecem os mesmos tipos de conteúdo, os dados demográficos são bastante variados. Para YouTube, o grupo demográfico é tipicamente muito mais jovem que a média do Netflix, que visa um público um pouco mais velho. Eles não se sobrepõem em diferentes áreas, mas de um modo geral eles são largamente independentes um do outro.

O YouTube Red por enquanto está apenas disponível nos Estados Unidos, mas em breve será liberado no mundo todo. E aí, o que você espera dessa nova plataforma?

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Twitter troca estrelas por corações nos favoritos

Twitter está indo além para atrair mais usuários pra rede. Agora os favoritos que, antes eram estrelas, agora são corações.

No blog da rede social, o Gerente de Produção Akarshan Kumar, disse que gosta da mudança: “Sabemos que as vezes a estrela pode ser confusa, especialmente para novos usuários que não estão familiarizados com isso.”

A mudança faz parte de um upgrade da companhia para tornar o Twitter mais funcional para a audiência mais antiga das redes sociais no geral. A plataforma está tendo um sério problema para fazer a base de usuários crescer, então ajudando o público geral a entender o Twitter é um dos jeitos de fazer dar certo.

Essa é uma das novidades que o Twitter está lançando em sua rede, depois do Moments e o Twitter ads para o mundo todo.

“Likes” são comuns nas outras plataformas, como o Facebook, Youtube e Instagram. Então é algo mais familiar para pessoas não familiares com o Twitter e mais plausíveis de serem usadas (alto engajamento).

Mas nem todo mundo “gostou” do update. Muitas pessoas estão se queixando sobre, mas bom, deixa eles.

E aí, o que você achou da mudança?

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Facebook fora do ar

No início da tarde dessa quinta-feira, o Facebook ficou fora do ar. Diversos usuários ao redor do mundo relataram o problema com a hashtag #FacebookDown no Twitter que virou o assunto mais comentado no momento, relatando os problemas ao tentar acessar a rede social.

Ao todo, o Facebook ficou 10 minutos fora do ar e ainda não se pronunciou sobre o assunto na página oficial.

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E aí, quem sentiu falta do Facebook durante esse tempo?

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Facebook testa novo formato de anúncio mobile

Facebook está testando um novo tipo de anúncio mobile que envolve vários formatos de anúncios existentes das empresas, como carrosseis de imagem e vídeo em autoplay.

O anúncio se parece com um post no Facebook, mas se abre para um anúncio em tela cheia que atua como uma mini versão do site do anunciante, permitindo aos usuários percorrerem várias páginas de vídeos, imagens e texto. Lembra muito o formato adotado pelo Snapchat para o Discovery. Há possibilidades para que os usuários cliquem, mas isso faz levar para o site externo, porém o conteúdo do anúncio encontra-se principalmente no Facebook.

Aqui está um exemplo de como o novo formato de anúncio se parece:

O Facebook já havia mostrado algo muito semelhante ao mercado em Cannes Lions em junho, mas na época o anúncio era um apenas um modelo.

Para começar, o anúncio parece muito melhor do que um post patrocinado tradicional dentro news feed. O Facebook está trabalhando com publicitários e marcas para gerar conteúdo de alta qualidade, e os anúncios não são exceção.

Facebook também está se esforçando cada vez mais para hospedar conteúdo como uma forma de manter os usuários dentro da própria rede social, sem que eles cliquem para fora do site. Ele já está fazendo isso com artigos e também construindo lojas dentro das fanpages do site para hospedar produtos também. Esses novos tipos de anúncios fornecem algo semelhante, mas enviando as pessoas para o site da marca.

Em última análise, os anunciantes ainda precisam de um retorno sobre seu investimento, até o Facebook provar que a hospedagem de conteúdo na própria rede social  é uma experiência significativamente melhor.

Facebook está apenas testando o formato com um pequeno grupo de marcas – Michael Kors, Gatorade, Netflix, etc – por isso há uma grande chance de que você não veja esses anúncios no aplicativo a qualquer momento.

 

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A mudança de logo do Google

O Google anunciou na terça-feira (01/09), em seu blog oficial, uma reformulação do logotipo. A mudança ocorre menos de um mês depois do anúncio da criação da holding Alphabet, que passou a cuidar de outros produtos da empresa, como o Google X.

A nova identidade visual continua com as cores tradicionais do Google e apresenta uma nova fonte, mas com uma pequena mudança nas letras: o “g” minúsculo azul foi substituído por um maiúsculo multicolorido.

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Confira o passo a passo da mudança:

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MasterCard lança aplicativo que troca senhas por selfies

A MasterCard conseguiu dar um propósito novo para as famigeradas selfies com um app que autoriza compras apenas se o usuário tirar uma foto de si mesmo.

A intenção do programa é impedir que aconteçam fraudes em compras online e, claro, facilitar a vida do consumidor.

Para impedir que o sistema seja enganado, o aplicativo pede também que a pessoa pisque para a câmera e escaneie sua impressão digital após a confirmação da compra.

Por enquanto a MasterCard planeja testar o app com cerca de 500 usuários. A empresa já fez parcerias com as principais fabricantes de smartphones, como Apple, BlackBerry, Microsft, Google e Samsung, para garantir que o aplicativo funcione quando lançado.