Como capturar clientes com Pokémon GO!

Finalmente o jogo mais esperado do ano desembarcou no Brasil e não podemos deixar de lado o número de empresas e pessoas que já estão movimento o mercado por conta do sucesso estrondoso do aplicativo, que se tornou uma verdadeira “pokeconomia”.

Mais popular que o Tinder e mais utilizado que o Whatsapp ou o Instagram entre os americanos, o jogo já rendeu bilhões de dólares aos seus desenvolvedores, e ao menos que você estivesse isolado em uma ilha por esses tempos, já ouviu falar dele também, talvez até esteja procurando por um Pokémon agora.

O Pokémon GO revolucionou o mercado e trouxe a realidade aumentada para o seu smartphone, um tipo de mídia que mistura o mundo real com elementos criados virtualmente.

No jogo o jogador visualiza seus arredores na tela do celular capturados pela câmera, e o aplicativo insere os Pokémon nesses lugares, o que amplia os horizontes para a divulgação Geolocalizada.

Podemos agora idealizar uma nova ferramenta de Marketing, o Social GeoMarketing.

Nos EUA encontramos exemplos perfeitos de adaptações dos negócios para chegada do aplicativo, como uma loja de roupas em Utah que descobriu que sua localização no jogo era na verdade um Pokéstop .

Aproveitaram a chance rapidamente e colocaram uma sinalização fora da loja dizendo que ali estava um Pokéstop, convidando as pessoas a tirarem fotos paras as redes sociais, incentivando os jogadores a marcar sua loja nos post.

Ou então uma agência de publicidade em Atlanta, que está usando um Café para experimentar como a mania Pokémon Go funciona no marketing.

O café está localizado entre dois Pokéstops. Como o jogo leva os jogadores para pontos, a loja esta sendo usada como um centro de apoio aos jogadores, disponibilizando 25 estações de carregamentos de celulares e um pedaço de bolo para os clientes que pegarem Pokémon dentro de seu estabelecimento.

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A cozinha do Zoe no Texas ofereceu um cartão de 25 dólares como um prêmio para pessoas que os twittarem fotos de suas capturas de Pokémon no restaurante.

L’inizio, uma pizzaria em Nova York aumentou 75% de suas vendas usando as iscas para atrair Pokémon para seu estabelecimento. Estas iscas servem para atrair Pokémons por 30 minutos.

No Brasil, o destaque vai para os motéis, que com sacadas engraçadas e trocadilhos maliciosos chamaram atenção e tiraram risadas de muitos internautas.

É com certeza uma maneira criativa de captar novos clientes.

O CEO da Niantic, John Hanke, revelou ao jornal Financial Times que o plano da empresa agora é criar “locais patrocinados”, onde uma marca pagaria para aparecer como um local dentro do universo do jogo. E o pagamento às marcas seria por número de visitas, ou seja, aos moldes dos anúncios de sites que recebem por cliques ou visualizações.

O mais atrativo do anúncio com certeza é a variedade de pessoas atingidas. O desenho Pokémon existe a mais de 20 anos, trazendo um público nostálgico com seus 30, 40 anos, até a nova geração, que com certeza embarcou nessa brincadeira.

Ficou morrendo de vontade de criar um pokéstop e atrair todo mundo para o seu negócio?

Você pode requisitar a criação de Pokestop através do link abaixo. Mas deixamos claro que não é garantido, mas tentar não custa nada né?

https://support.pokemongo.nianticlabs.com/hc/en-us/requests/new?ticket_form_id=319928

Boa caçada!

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Por que o Facebook está apostando tudo no Live?

Embora o Live do Facebook tenha começado como uma ferramenta para celebridades, depois da abertura para o público em geral, tal ferramenta cresceu muito rápido junto ao perfil demográfico no qual Zuckerberg mira daqui há 5 anos.

As janelas cruas e sem filtro para a vida dos outros são a grande novidade nas mídias sociais. Vários aplicativos lançados no ano passado e este ano – Periscope, Meerkat, Peach e Beme, entre outros – tentam aperfeiçoar esse tipo de experiência. E é exatamente isso o que o Snapchat faz tão bem – e o motivo pelo qual o aplicativo se tornou uma ameaça tão grande para o Facebook. Claramente é algo em que Zuckerberg também está pensando.

De fato, uma tendência recente nas mídias sociais é um distanciamento gradual de conteúdos altamente produzidos, particularmente no que diz respeito aos vídeos.

Muitas das funcionalidades do Live parecem ter sido pensadas para reforçar essa sensação de algo cru, algo que não tenha sido pensado nem ensaiado. É por isso que a empresa investiu tanto para reduzir a latência, ou o pequeno delay que as vezes acontece.

A ideia é que a audiência possa assistir e comentar os vídeos ao mesmo tempo, e quem transmite possa acompanhar e responder as interações em tempo real. O Live também tem uma nova função de busca para te ajudar a descobrir novos conteúdos. E o Facebook dá sugestões para que você sempre tenha algo para assistir.

Antes, os usuários só podiam postar reações estáticas aos vídeos – um “joinha” ou uma cara feliz. Essa era basicamente sua maneira de avaliar o vídeo. Agora, você pode reagir conforme o vídeo vai passando, e as reações aparecem num fluxo constante no pé da tela. Se for a reação de algum amigo, a foto de perfil dele também é exibida.

Além disso, se você assistir o vídeo de novo, todas as reações vão aparecer na hora certa. Se alguém deu uma curtida aos dois minutos, por exemplo, ela vai aparecer aos dois minutos quando você assistir o vídeo gravado.

Se tudo isso parece com o Periscope, o aplicativo de vídeo ao vivo do Twitter – que também mostra um mapa das transmissões, também permite reações em tempo real com ícones e também mostra as reações em comentários para os vídeos gravados? Bem, sim, as semelhanças são muitas.

Porém o que diferencia o Live do Periscope é óbvio: a audiência. E a prova disso começou quando o Facebook passou a priorizar o Live na timeline e várias empresas de mídia entraram com tudo nessa onda para construir suas audiências. O Facebook já se beneficia muito do efeito de rede, o que significa que você não precisa começar do zero quando adota o Live. As pessoas já estão lá.

Em paralelo a isso, a rede social já está criando suas próprias celebridades e gêneros. Liz Cook, uma tatuadora que trabalha ao vivo, já tem mais de 1 milhão de seguidores.Esther the Wonder Pig, que é, bem, é uma porca que faz muito sucesso. Tudo que é bizarro parece funcionar.

Parece claro onde o Facebook quer chegar com tudo isso: a TV tradicional. A empresa já tentou comprar os direitos de transmissão das rodadas de quinta-feira à noite da NFL, a liga de futebol americano (o Twitter ganhou a concorrência). O Facebook também estaria negociando com celebridades para que elas transmitam usando o Live. E, se alguém conseguir no Facebook Live os mesmos números de audiência que tem num canal a cabo (e isso é perfeitamente possível), por que investir na TV tradicional, que custa muito mais caro?

As escolhas das emissoras de TV podem ser infinitas, mas sua atenção, não. Embora o Live não signifique o fim da TV como a conhecemos, de uma coisa podemos estar certos: é o começo de algo novo. Vamos ficar de olho!

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Qual o seu medo? A Agência Moustache lança campanha para o Novembro Azul

O câncer de próstata atinge grande parte da população masculina e, mesmo assim, ainda é um tema que enfrenta muitas barreiras. Quase 50% dos brasileiros nunca foram ao urologista e, em 2014, a projeção foi de que 12 mil morreram da doença em função da descoberta em estágio avançado.

Preocupado com a saúde do homem, o Instituto Lado a Lado pela Vida criou, em 2008, a campanha Um Toque, Um Drible, que tem o objetivo de promover uma mudança de paradigmas em relação à ida do homem ao médico para a realização de exames preventivos.

A campanha permanece ativa durante o ano todo e, em novembro de 2012, fomos pioneiros ao lançar no Brasil o Novembro Azul, que se tornou referência na missão de orientar a população masculina a cuidar melhor da saúde.

O público-alvo da campanha, que é realizada durante o ano todo e tem seu ápice no mês de novembro, são homens a partir de 40 anos de idade e grupos que participam do processo de prevenção e cuidados, como familiares e parceiros.

Para quebrar esse preconceito, o objetivo é informar a população por meio de ações interativas, além de conscientizar sobre a importância da realização dos exames periódicos relacionados ao câncer de próstata, que é o segundo mais recorrente em brasileiros, perdendo apenas para o câncer de pele.

Por isso, a campanha promove ações nas estradas, palestras em empresas e universidades, panfletagem em locais de grande circulação de pessoas, corridas de rua, blitz de saúde, ativações em estádios de futebol e ações em periferias.

Monumentos são iluminados de azul para chamar a atenção para os cuidados com a saúde masculina e, em 2014, até a Times Square mostrou apoio à campanha!

Em 2015, além da conscientização junto à população, o Novembro Azul atuará fortemente na esfera política, participando de ações no Congresso Nacional para debater sobre a dificuldade do acesso ao diagnóstico precoce da doença, o acesso ao tratamento e o direito ao tratamento multidisciplinar.

Não tenha medo de tocar nesse assunto, não seja alvo da doença.

Qual seu medo? Essa foi a ação de endomarketing da Moustache para o Novembro Azul 2015. Saiba mais sobre a campanha clicando aqui.

Fonte: http://www.novembroazul.com.br/

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O YouTube Red chegou. E agora?

O YouTube Red é a mais nova invenção de streaming na web. Na tentativa de competir com grandes nomes do streaming como Netflix, o YT Red chega com um serviço em que você paga U$9.99 mensais e tem acesso a recursos premium, como conteúdo exclusivo para assinantes e a possibilidade de não haver mais anúncio aparecendo nos vídeos do site.

A plataforma ainda chega com serviços como a possibilidade de download dos vídeos, salvá-los para ver offline e também continuar ouvindo o som do vídeo em background em aparelhos mobile – o que é algo que muitos usuários pedem faz tempo. O YouTube Red também vem com a possibilidade de inscrição para o YouTube Music, anteriormente um serviço de streaming de música do Google Play e, os assinantes do serviço já tem acesso garantido ao YouTube Red sem custos adicionais.

Não é a primeira vez em que o YouTube tenta introduzir um serviço pago – anteriormente a rede já havia tentado cobrar U$0.99 para conteúdos exclusivos para usuários, mas a tentativa foi em vão – porém o YouTube Red tem um alcance muito maior e se baseia na linha de plataformas de streaming que estão fazendo muito sucesso, como Netflix, HBO e Amazon.

A nova plataforma do YouTube, no entanto, é um ponto de vantagem na história da internet. Embora seja improvável que o serviço faça um grande impacto, se houver, fará sobre a forma como a maioria de nós consumimos o nosso conteúdo online, mostrando o sinal da mudança dos tempos na medida em que mais e mais serviços estão pressionando por exclusividade rigorosa e a focalização no sentido de conteúdo premium.

Com isso em mente, comparar YouTube e Netflix talvez seja irrelevante, pois enquanto ambos fornecem os mesmos tipos de conteúdo, os dados demográficos são bastante variados. Para YouTube, o grupo demográfico é tipicamente muito mais jovem que a média do Netflix, que visa um público um pouco mais velho. Eles não se sobrepõem em diferentes áreas, mas de um modo geral eles são largamente independentes um do outro.

O YouTube Red por enquanto está apenas disponível nos Estados Unidos, mas em breve será liberado no mundo todo. E aí, o que você espera dessa nova plataforma?

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Twitter estaria planejando aumentar o limite de 140 caracteres

Twitter está desenvolvendo um novo produto que permitirá que os usuários compartilhem os tweets que são mais de 140 caracteres.

Fontes dizem que essa nova ferramenta irá permitir que os usuários do Twitter publiquem conteúdo com esse formato dentro do serviço.

O limite de 140 caracteres tem sido uma das características do Twitter desde o seu lançamento. Ele tem sido examinado por pessoas de fora da empresa e muitos tem comentado ao longo dos anos que a rede social deveria expandi-la. Ele também tem sido um tópico de discussão internamente no Twitter durante anos e, de acordo com várias fontes, ressurgiu nos últimos meses com o CEO Jack Dorsey de como a empresa pode explorar novas maneiras de crescer sua base de usuários. Dorsey é aparentemente favorável a essa mudança potencial.

O Twitter está desesperado para encontrar novas maneiras de atrair usuários para o produto. Em sua primeira conferência de resultados como CEO, Dorsey era crítico em relação a algumas das alterações mais recentes da empresa e expressou a necessidade do Twitter atingir um público mais mainstream, ajustando a contagem de caracteres ou permitindo os tweets mais longos são algumas das formas de tentar fazer isso.

A questão é se o formato longo seria realmente uma boa opção para aumentar a audiência do Twitter. Pode incentivar os usuários a compartilhar no Twitter com mais frequência.

Há uma chance do recurso do aumento dos caracteres nunca chegue aos consumidores, mas o Twitter está à procura de melhorar as coisas, e aprimorar o seu limite de caracteres certamente ajuda.

Facebook

Facebook: 10 razões que levam as pessoas a abandonarem a rede social

A Agência Moustache,

Agência de Marketing Digital

mostra que com mais de um bilhão de usuários ativos, o Facebook é a maior rede social do planeta. No entanto, a rede de relacionamentos anda em baixa entre alguns grupos. É o caso dos jovens, que estão usando menos o serviço em países como os Estados Unidos, em que redes móveis estão começando a dominar. Nesse grupo, a principal razão da migração para outras redes é a presença de pais e parentes.

Entretanto, não são apenas os mais jovens que abandonam o Facebook. Gente de todas as idades tem optado por ficar longe do serviço. Listamos os principais motivos que estão levando usuários a encerar uma conta na rede social. Você se enquadra em algum deles? Veja a lista e opine nos comentários.

1) Privacidade

A privacidade no Facebook sempre foi assunto controverso. São frequentes as críticas à complexidade das configurações de dados pessoais da rede social. No ano passado, a opção para manter o nome oculto foi removida da busca. A única forma de ficar tornar o perfil inacessível a certas pessoas é por meio do bloqueio. Há, ainda, a opção de alterar o nome verdadeiro ou sair definitivamente da rede.

2) Dependência

O uso constante pode acabar em vício, de acordo com um estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia. Os pesquisadores concluíram que o uso da rede social tem efeito parecido com o de substâncias com poder de adição – dependência psicológica ou compulsão por atividades como games, computadores e redes sociais. Entretanto, ao contrário do vício de fumar ou do alcoolismo, mais fáceis de serem detectados, é difícil perceber e admitir que se está viciado em redes sociais. Segundo o estudo, as mulheres passam em média 81 minutos diários no Facebook e os homens 64 minutos.

3) Busca por emprego

O monitoramento do perfil no Facebook de candidatos à vagas de emprego já virou rotina para recrutadores no mundo inteiro. Uma pesquisa da empresa de monitoramento de mídia social Reppler entrevistou 300 recrutadores e mostrou que 90% deles visitam os perfis dos candidatos no Facebook como parte do processo de seleção. O mesmo levantamento indicou que 69% deles já descartaram candidatos por causa do conteúdo visto nos perfis. Portanto, cuidado com o que você publica.

4) Baixa autoestima

É feriado, boa parte de seus contatos publicam fotos usando biquíni na praia com a legenda “Vida difícil” e você ficou em casa. O mesmo estudo da Universidade de Gotemburgo mostrou que mais da metade dos participantes da pesquisa desejam ter o mesmo tipo de corpo ou peso que os amigos nas fotos do Facebook. Além disso, usuários mais jovens se mostraram mais propensos a desenvolver distúrbios alimentares por causa das pressões por magreza e padrões estéticos.

5) Parentes

Seu pai, mãe, irmãos, tios, primos e até seus avós agora estão no Facebook. Eles acompanham cada passo seu na rede social e comentam todos os posts que você publica; todos eles. Há ainda os pais que adoram relembrar o tempo em que seus filhos eram pequenos e publicam fotos constrangedoras dos tempos de criança. Eis um bom motivo para repensar sua presença no site de Mark Zuckerberg.

6) Inveja

Além de exibirem corpos magros e sarados nas fotos, seus amigos começaram a casar ou ficar noivos, ter bons empregos e passar férias em lugares paradisíacos – pelo menos é o que eles dizem. Todos esses êxitos são publicados no Facebook e, sim, te deixam com inveja, de acordo com duas pesquisas de universidades alemãs. As fotos de férias maravilhosas são a maior causa de ressentimento, segundo os pesquisadores das universidades de Humboldt e Darmstadt.

Interações como número de cumprimentos recebidos em aniversários, curtidas e comentários em fotos e posts também costumam causar inveja. Foram entrevistadas 600 pessoas e por meio das respostas dadas foi possível descobrir que quem está na casa dos 30 anos tem maior propensão a invejar a felicidade da família. As mulheres se mostraram mais propensas a invejar a aparência e forma física das outras. Os homens revelaram publicar mais conteúdo focado em autopromoção para que seus contatos saibam de suas realizações. Já as mulheres preferem ressaltar a boa aparência e vida social.

7) Excesso de propaganda

Sempre que você curte uma página, logo depois o Facebook te mostra anúncios patrocinados de produtos similares. Agora, além dos anúncios regulares que pipocam no feed de notícias o tempo todo, há os anúncios em vídeo que começam automaticamente com o play ativado. A funcionalidade para novos “ads” foi lançada em dezembro e logo deve chegar a todos os usuários da rede social.

8) Término de namoro

O Facebook não parece ser o local mais indicado para se refugiar ao fim de um relacionamento. Publicações com indiretas ao ex ou sobre como você superou a separação rapidamente só despertam vergonha em quem lê. Somado a isso, sempre há aquela vontade de bisbilhotar a vida do ex e o resultado da pesquisa nem sempre é agradável. Fora as fotos que ficam lá, até serem apagadas.

9) Muitos contatos, poucos amigos de verdade

Ao acessar o feed de notícias você se depara com a aba de aniversários. Mas quem são aquelas 20 pessoas fazendo aniversário hoje? Muito provavelmente você não lembra delas e nem de boa parte dos milhares de contatos que se acumulam em seu perfil. É provável que poucos sejam realmente amigos de verdade. Por que manter manter informados sobre sua vida pessoas com as quais você tem pouca ou nenhuma relação? Fazer uma lista dá trabalho: amigos, conhecidos, restritos …

10) Intolerância

Infelizmente o Facebook tem se tornado espaço para disseminação da intolerância. Opiniões radicais sobre política, pena de morte e redução da maioridade penal aparecem costumeiramente nos feeds de notícias arruinando a vontade de ficar conectado à rede social com tantos posts “odiosos”.

A Agência Moustache, Agência de Marketing Digital, mostra a você mais uma matéria que está rolando na internet!

 

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/03/lista-traz-dez-razoes-que-levam-pessoas-abandonarem-o-facebook.html

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Estresse!

Hoje a Agência Moustache, vai falar sobre algo que podemos encontrar facilmente no nosso dia-a-dia. Algo que, às vezes, nos pega desprevenidos e não sabemos bem como lidar com ele. Apresento-lhes o vilão, o Estresse!

Algumas pesquisas apontam que o Brasil é o segundo país com mais índice de estresse no mundo.  A cada dez trabalhadores, cerca de três sofrem de esgotamento mental intenso por conta de pressão no trabalho.

Existe uma síndrome chamada Síndrome de Burn Out, que é o último nível de estresse. Seus sintomas físicos são dores de cabeça, distúrbio no sono, dores musculares, problemas gastrointestinais, consumo de álcool ou drogas, pressão arterial elevada e alterações na libido. Indo pelo lado emocional da pessoa, ela se sente esgotada, com falta de sensibilidade, sentimento de incapacidade, descompromisso, falta de emoções, depressão por desilusão e perda de ideias.

O estresse é algo que prejudica em diversos pontos a saúde, causando mudanças no organismo e aumentando a probabilidade do organismo em ficar doente. Pode piorar problemas de saúde já existentes e influenciar ou agravar alguns problemas, tais como, dores de cabeça, dificuldade para dormir, constipação, irritabilidade, falta de energia, falta de concentração, comer demais ou não comer, raiva, tristeza, tensão emocional, depressão, ansiedade, ganho ou perda de peso, pressão alta, diabetes, dores nas costas e/ou pescoço, entre outros fatores.

Para prevenção do estresse temos que:

1-      Relaxar: cada pessoa relaxa da sua maneira. Umas fazem yoga/meditação, outras preferem escutar músicas calmas ou ler um livro.

2-      Ter tempo para si mesmo: com a vida que os brasileiros levam, acabam por esquecer-se de cuidar de si mesmo. Não importa o quão ocupado você seja, tire pelo menos 15 minutos do seu dia para fazer algo para si. Quem se dispor de mais tempo, melhor ainda.

3-      Dormir: dormir é uma ótima forma de ajudar, tanto o seu corpo quanto a sua mente. Quando dormimos o suficiente, estamos mais aptos a resolver nossos problemas e assim diminuir o risco de doenças.

4-      Alimentar-se corretamente: comer frutas, vegetais e proteínas são muito importantes para uma boa alimentação. Grãos integrais ajudam nessa boa alimentação, e beber bastante líquido também (sucos de fruta, água de coco e água).

5-      Movimente-se: praticar esportes ou qualquer tipo de atividade física contribui para relaxar a musculatura tensa, e também o seu humor.

Essas são algumas dicas da Agência Moustache, Agência de Marketing Digital, para que você melhore o estresse no seu dia-a-dia!

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Playlist Bigode: Não Durma No Ponto

Hoje é sexta-feira e, pensando nisso, fizemos a primeira Playlist Bigode para ninguém dormir no ponto! Especialmente feita para um dia de trabalho ou quando você tem que fazer aquele trabalho de faculdade e precisa de algum tipo de animação pra não dormir no ponto e fluir bem.

A lista conta com músicas tanto antigas, quanto atuais, mas que não te deixam de jeito algum parado! (até porque é essa a intenção). Passando por hip hop, rap, rock, a nossa Play do Bigode tem conteúdo para todo o tipo de gosto.

Então chega mais e vem ouvir com a gente!

 

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Mulher na publicidade: o papel dela com o tempo

Quando você pensa em mulher na publicidade: o que te vem à cabeça?

A imagem da mulher na publicidade e no mundo está mudando e cada vez mais conquistando seu espaço; diversas líderes espalhadas pelo mundo conquistando posições importantes no mercado de trabalho. Tá, e por que a publicidade na maioria das vezes AINDA ignora isso?

Bem, o rádio quando se popularizou, iniciou as radionovelas, que se tornaram o centro das atenções da sociedade da época, estimulando a imaginação dos ouvintes e, principalmente o público que ficava em casa – as mulheres, que se tornaram grandes fãs do meio. Isso fazia com que a publicidade nas rádios fosse totalmente voltada ao público feminino.

Com o surgimento da televisão em cores em 1954, a comunicação publicitária da época, que já era voltada para as mulheres, começou a se dirigir a elas cada vez mais falando de produtos domésticos, comidas e os afazeres da casa que supervalorizavam seus parceiros.

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Com o passar do tempo, as mulheres começaram a conquistar seus direitos, como o poder de voto. A mulher começou a se colocar no mercado, saindo de suas casas e indo trabalhar, mostrando-se capaz de fazer as mesmas coisas que os homens faziam e notando que cada vez mais ela ia poder conquistar seu próprio espaço. Mas e a imagem da mulher na publicidade atualmente?

Algumas marcas de cerveja ainda associam o produto “cerveja” com o produto “mulher”. Há alguns anos atrás era possível ver que em todas as marcas da bebida, as mulheres se tornavam o foco principal da propaganda e os homens que bebiam destas cervejas, tinham o poder de conseguir todas elas apenas por beber a “loira gelada”, prejudicando a imagem da mulher na publicidade.

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Atualmente a mulher não está mais totalmente subestimada às decisões do marido, agora ela desenvolve grande parte – senão todas – as tarefas que antes eram destinadas somente ao masculino.

De qualquer forma, ainda existe uma falta de adequação de algumas marcas diante deste novo mercado consumidor, mesmo que algumas marcas já tenham desenvolvido um tipo específico de comunicação destinada à mulher.

 

 

 

 

 

 

A questão é que o comportamento de consumo feminino mudou e muito nos últimos anos, as mulheres agora são independentes e, com o poder da internet associado a velocidade e o controle que ela trouxe para as pessoas e o crescimento do feminismo a partir desse meio, mostra que o espaço que a mulher merece só tende a se estabelecer cada vez mais – e esperamos que isso aconteça. Ok, o processo é lento e a mídia pode atrapalhar, porém o papel dela é refletir a sociedade e suas alterações no meio. Portanto, a imagem da mulher na publicidade só tende a melhorar e não ficar mais parada no tempo.

 

Se interessou sobre o assunto? Então leia mais aqui (em inglês).