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Por que o Facebook está apostando tudo no Live?

Embora o Live do Facebook tenha começado como uma ferramenta para celebridades, depois da abertura para o público em geral, tal ferramenta cresceu muito rápido junto ao perfil demográfico no qual Zuckerberg mira daqui há 5 anos.

As janelas cruas e sem filtro para a vida dos outros são a grande novidade nas mídias sociais. Vários aplicativos lançados no ano passado e este ano – Periscope, Meerkat, Peach e Beme, entre outros – tentam aperfeiçoar esse tipo de experiência. E é exatamente isso o que o Snapchat faz tão bem – e o motivo pelo qual o aplicativo se tornou uma ameaça tão grande para o Facebook. Claramente é algo em que Zuckerberg também está pensando.

De fato, uma tendência recente nas mídias sociais é um distanciamento gradual de conteúdos altamente produzidos, particularmente no que diz respeito aos vídeos.

Muitas das funcionalidades do Live parecem ter sido pensadas para reforçar essa sensação de algo cru, algo que não tenha sido pensado nem ensaiado. É por isso que a empresa investiu tanto para reduzir a latência, ou o pequeno delay que as vezes acontece.

A ideia é que a audiência possa assistir e comentar os vídeos ao mesmo tempo, e quem transmite possa acompanhar e responder as interações em tempo real. O Live também tem uma nova função de busca para te ajudar a descobrir novos conteúdos. E o Facebook dá sugestões para que você sempre tenha algo para assistir.

Antes, os usuários só podiam postar reações estáticas aos vídeos – um “joinha” ou uma cara feliz. Essa era basicamente sua maneira de avaliar o vídeo. Agora, você pode reagir conforme o vídeo vai passando, e as reações aparecem num fluxo constante no pé da tela. Se for a reação de algum amigo, a foto de perfil dele também é exibida.

Além disso, se você assistir o vídeo de novo, todas as reações vão aparecer na hora certa. Se alguém deu uma curtida aos dois minutos, por exemplo, ela vai aparecer aos dois minutos quando você assistir o vídeo gravado.

Se tudo isso parece com o Periscope, o aplicativo de vídeo ao vivo do Twitter – que também mostra um mapa das transmissões, também permite reações em tempo real com ícones e também mostra as reações em comentários para os vídeos gravados? Bem, sim, as semelhanças são muitas.

Porém o que diferencia o Live do Periscope é óbvio: a audiência. E a prova disso começou quando o Facebook passou a priorizar o Live na timeline e várias empresas de mídia entraram com tudo nessa onda para construir suas audiências. O Facebook já se beneficia muito do efeito de rede, o que significa que você não precisa começar do zero quando adota o Live. As pessoas já estão lá.

Em paralelo a isso, a rede social já está criando suas próprias celebridades e gêneros. Liz Cook, uma tatuadora que trabalha ao vivo, já tem mais de 1 milhão de seguidores.Esther the Wonder Pig, que é, bem, é uma porca que faz muito sucesso. Tudo que é bizarro parece funcionar.

Parece claro onde o Facebook quer chegar com tudo isso: a TV tradicional. A empresa já tentou comprar os direitos de transmissão das rodadas de quinta-feira à noite da NFL, a liga de futebol americano (o Twitter ganhou a concorrência). O Facebook também estaria negociando com celebridades para que elas transmitam usando o Live. E, se alguém conseguir no Facebook Live os mesmos números de audiência que tem num canal a cabo (e isso é perfeitamente possível), por que investir na TV tradicional, que custa muito mais caro?

As escolhas das emissoras de TV podem ser infinitas, mas sua atenção, não. Embora o Live não signifique o fim da TV como a conhecemos, de uma coisa podemos estar certos: é o começo de algo novo. Vamos ficar de olho!

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Facebook: Como o botão reactions pode afetar nas métricas

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possui  um algorítimo chamado EdgeRank que impacta diretamente no alcance das postagens que você faz definindo a relevância que essas postagens possuem.

Se você não sabe o que é essa ferramenta, te damos uma breve explicação antes de aprofundarmos no assunto: O EdgeRank é um critério para avaliação de tudo que é postado na página e seu impacto sobre a audiência. É baseado nele por exemplo, que o Facebook determina o que deve ou não ser exibido no Feed de Notícias dos fãs da página.

Segundo informações disponibilizadas pela própria central de ajuda do Facebook esses novos botões de reação terão o mesmo peso que a “curtida” tradicional, o que significa que a contabilização desses novos botões será diferente do que ocorria antes com o algorítimo onde cada opção (curtir, compartilhar, comentar) tinham pesos diferenciados.

O Facebook ainda está testando esses botões, mas o que sabemos é que até então eles influenciam os anunciantes da seguinte forma:

  • As métricas que são relacionadas ao botão de “curtir” também passam a abranger os botões de “reação”, no entanto não é possível ver os dados das reações individualmente;
  • A única forma de ver esses dados separadamente é através do Facebook Insights;
  • Como já mencionado o peso das reações é equivalente ao peso de uma curtida, por exemplo: O botão de “triste” possui o mesmo peso que o botão “curtir”;
  • Você não pode remover uma reação após utiliza-la, assim como a opção “curtir”.

Você tem um motivo para se preocupar:

Apesar de em proporções de anúncios, investimentos e criação de campanhas e, as alterações ainda demonstrarem pouca influência, em termo de conteúdo e alcance temos que levar em consideração um fator importante

O fato é que essas expressões são expressões de valores distintos. Existe uma diferença entre a expressão de “raiva”, a expressão de “triste” e a expressão de “amei”.

Se os usuários podem expressar variedades de sentimentos deveríamos ser capazes de ter métricas com pesos distintos para esses sentimentos. Para que você entenda melhor irei dar um exemplo prático:

Tal empresa faz uma determinada postagem e recebe várias curtidas. Curtidas são retorno positivo, logo, essa empresa resolve impulsionar esse post para conseguir mais resultados. Agora imagine esta mesma empresa, fazendo o mesmo post porém recebendo várias reações de “raiva”. Esse retorno é negativo, porém, como o peso é considerado igual e as métricas não são claras eles resolvem impulsionar esse post, afinal, as métricas de curtidas então boas. Só que ao fazer isso ao invés de atraírem resultados positivos estão atraindo resultados negativos.

Acredito que após a fase de testes a questão das métricas melhore, mais até lá, é bom ter atenção para não errar na hora de fazer impulsionamento.

Atenção às métricas:

A novidade dos botões de reação é um avanço para a usabilidade do Facebook, apesar de ainda não podermos dizer o mesmo da mensuração disso. Enquanto muitas respostas ainda não nos foram reveladas o jeito é ficarmos mais atentos com o que já conhecemos.

Mensurar métricas são cruciais para o seu sucesso na Internet, por isso você deve fazer isso regularmente.  A dica é ficar de olho na diversidade de reações que seus posts irão receber através dos dados de alcance individuais de cada postagem.

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Anúncios do Instagram: agora disponíveis para todo mundo

Enquanto as pessoas entram no Facebook para se conectar com amigos e descobrir coisas sobre as pessoas que elas conhecem, no Instagram, elas se conectam para ter inspiração visual e explorar o mundo por meio de imagens. Isso significa que o Instagram oferece às empresas a oportunidade de se conectar com as pessoas em um ambiente em que elas estão abertas a conhecer coisas novas.

Desde que o Facebook começou a veicular anúncios de reconhecimento de marca no Instagram há um ano e meio, as empresas tem obtido resultados impressionantes, com 97% das campanhas gerando um aumento significativo na lembrança do anúncio. Nos últimos meses, a rede social está trabalhando para estender o poder dos anúncios do Instagram para mais anunciantes e, atualmente, os anunciantes do mundo inteiro tem acesso aos anúncios do Instagram e podem comprá-los através da maioria das ferramentas de gerenciamento de anúncios do Facebook.

Como são e onde estão disponíveis

Agora todos os anunciantes tem acesso aos anúncios do Instagram para contar histórias visuais e criativas relacionadas ao seu negócio. Atualmente, os anúncios estão disponíveis para compra através do Power Editor, da API de anúncios do Instagram e dos Parceiros de Marketing do Facebook selecionados.

A novidade vale para todos os países em que os anúncios do Facebook são oferecidos neste momento: Rússia, África do Sul, Chile, Hong Kong, Índia, Indonésia, Japão, Coreia, Nova Zelândia, Taiwan, Tailândia, Turquia, Israel, Itália, Arábia Saudita, Polônia, Espanha, Brasil, Argentina e México.

Assim como os anúncios do Facebook, os do Instagram apresentam fotos ou vídeos e usam o direcionamento do Facebook. Você pode escolher como objetivo de sua campanha o reconhecimento de marca ou performance performance, o que inclui cliques no site, instalações em aplicativos e visualizações de vídeos. E, em breve, os anúncios do Instagram comprados através das mesmas ferramentas estarão disponíveis com mais objetivos, incluindo conversões no site.

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Facebook testa novo formato de anúncio mobile

Facebook está testando um novo tipo de anúncio mobile que envolve vários formatos de anúncios existentes das empresas, como carrosseis de imagem e vídeo em autoplay.

O anúncio se parece com um post no Facebook, mas se abre para um anúncio em tela cheia que atua como uma mini versão do site do anunciante, permitindo aos usuários percorrerem várias páginas de vídeos, imagens e texto. Lembra muito o formato adotado pelo Snapchat para o Discovery. Há possibilidades para que os usuários cliquem, mas isso faz levar para o site externo, porém o conteúdo do anúncio encontra-se principalmente no Facebook.

Aqui está um exemplo de como o novo formato de anúncio se parece:

O Facebook já havia mostrado algo muito semelhante ao mercado em Cannes Lions em junho, mas na época o anúncio era um apenas um modelo.

Para começar, o anúncio parece muito melhor do que um post patrocinado tradicional dentro news feed. O Facebook está trabalhando com publicitários e marcas para gerar conteúdo de alta qualidade, e os anúncios não são exceção.

Facebook também está se esforçando cada vez mais para hospedar conteúdo como uma forma de manter os usuários dentro da própria rede social, sem que eles cliquem para fora do site. Ele já está fazendo isso com artigos e também construindo lojas dentro das fanpages do site para hospedar produtos também. Esses novos tipos de anúncios fornecem algo semelhante, mas enviando as pessoas para o site da marca.

Em última análise, os anunciantes ainda precisam de um retorno sobre seu investimento, até o Facebook provar que a hospedagem de conteúdo na própria rede social  é uma experiência significativamente melhor.

Facebook está apenas testando o formato com um pequeno grupo de marcas – Michael Kors, Gatorade, Netflix, etc – por isso há uma grande chance de que você não veja esses anúncios no aplicativo a qualquer momento.

 

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O que mudou com a nova versão do Gerenciador de Anúncios do Facebook?

Os relatórios salvos:

Na versão anterior do Gerenciador de Anúncios, você acessava os relatórios na seção Relatórios na coluna à esquerda:

Na versão mais nova do Gerenciador de Anúncios, pode-se acessar os relatórios salvos no menu suspenso próximo ao cabeçalho de nome da Conta no canto superior esquerdo. Ao selecionar um relatório, os gráficos e tabelas serão atualizados com as informações escolhidas para esse relatório.

Para onde foram as métricas:

Na versão anterior do Gerenciador de Anúncios, havia uma tabela com um conjunto de colunas padrão. Era possível personalizar o status de entrega e o período dos anúncios nessa tabela.

Na nova versão do Gerenciador de Anúncios, todas as colunas na tabela são personalizáveis. Os desmembramentos costumavam aparecer na seção Relatórios, agora eles podem ser selecionados no menu suspenso na parte superior da tabela e a data de desmembramento aparece dentro da tabela.


Como ir para o histórico da conta na versão mais recente do Gerenciador de anúncios:

O histórico da conta encontra-se no menu suspenso Todas as campanhas no canto superior esquerdo da tabela:

 

 

No histórico da conta de anúncios, você pode ver atividades como:

  • Alterações no limite de gastos da conta
  • Alterações na campanha, conjunto de anúncios e status do anúncio
  • Criação de campanha, conjunto de anúncios e anúncio.
  • Alterações no orçamento diário/vitalício
  • Aprovações de análise de anúncio
  • Alterações na programação do conjunto de anúncios:
  • Alterações no posicionamento e direcionamento
  • Alterações na campanha, conjunto de anúncios e nomes de anúncios
  • Alterações no tipo de lance dos anúncios
  • Alterações relacionadas à cobrança

Gostaram das dicas? Então fiquem ligados que sempre traremos novidades para vocês.

 

 

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Como Criar Anúncios no Facebook – Parte I

O principal desafio de se fazer um anúncio é como impactar seu público com a sua oferta, chamando a atenção do target definido previamente, além de como conseguimos atingir a esse público perante essa poluição de informações que se vê todos os dias?

Claro que não depende de um único fator, estar certo e na hora certa soa clichê, mas é preciso estar preparado para as oportunidades.

O seu anúncio precisa despertar a atenção do seu target para que ele possa realizar a ação, e é sobre isso que vamos falar.

Vamos dividir o conteúdo em 3 partes, e essas deverão ser os 3 passos para a construção de um anúncio coerente. São eles:

  • Imagem
  • Texto/Chamada
  • Segmentação

Vamos começar?

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IMAGENS QUE CONVERTEM

O anúncio que tem mais conversão, seja de cliques ou de vendas não tem que ser necessariamente o mais bonito ou o mais bem trabalhado.

Uma campanha não é um projeto, e sim, um processo.

Desenvolver diferentes opções de anúncios sem um objetivo coerente não adiantará em nada, só se tornará mais coisas para administrar.

Mas, antes de falarmos sobre conversão, vamos abordar algumas práticas nas construções dos anúncios que irão melhorar o CTR (cliques por exibição):

Escolha imagens relevantes para o seu anúncio

É fundamental chamar a atenção do target, mas não adianta usar imagens apelativas (lembrando que o anúncio não precisa ser o mais bonito ou bem trabalhado, como dito acima) que não vão de encontro com a oferta.

Além de gerar cliques que não convertem com eficiência, esse tipo de ação pode acabar gerando um desconforto ao usuário e o Facebook pode bloquear o acesso a sua conta de anúncios.

Imagens com boa visualização mesmo em tamanho reduzido

A imagem deve possuir nitidez e seja de fácil intendimento para o usuário.

O anúncio aparecerá no feed de notícias do Facebook da sua segmentação, enquanto ele “scrolla” para ver as postagens dos amigos.

Segundo à NewMedia, durante essa ação, se feita no Desktop, a sua postagem passa por toda a tela do usuário em pouco mais de 1 segundo, é sua oportunidade relâmpago.

É preciso que nesse curto tempo, sua imagem cause impacto forte que faça ele parar rolagem para ler o conteúdo.

O ideal é que o texto na imagem tenha, no máximo, 2 segundos de leitura e uma fonte de fácil pra isso. 2 linhas de texto é essencial.

Lembrando que o anúncio também irá aparecer em espaços bem reduzidos, como o banner de barra lateral do Facebook que possui apenas 254x133px.

Outro ponto que pode fazer a diferença é trabalhar o contraste de cores dentro da imagem do anúncio.

O texto deve ser a grande atração do anúncio.

Call To Action – Chamada para a ação

É importante que haja um CTA dentro da imagem, não apenas no texto.

O call to action deve estimular o usuário à clicar no seu anúncio e pousar no site e ele deve ter correlação com a oferta para ter melhor engajamento.

Ele pode ser terceira pessoa (clique aqui), ou em primeira (eu quero). Segundo testes, em primeira pessoa tem um engajamento um pouco melhor, mas vale o teste A/B.

Lembrando que deve-se tomar cuidado com os CTAs, principalmente quando se trata de anúncios no Facebook.

Desde que a ferramenta do Facebook Ads começou a oferecer o a opção de inserir o botão de CTA no conteúdo do anúncio, ela passou a proibir e veiculação de botões na imagem.

Portanto, se tratando de Facebook, coloque o call to action na imagem em forma de texto corrido apenas.

E aí, gostou? Fique de olho, pois em breve teremos a parte II do nosso tutorial.

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Como usar o Power Editor

Para começar, clique aqui para acessar o Power Editor . Pronto?

Agora você carrega no botão Transferir no canto superior esquerdo, isso atualiza o programa com todas as atividades recentes, incluindo a criação de anúncios e a criação de publicações que podem ser promovidas.

Em seguida, selecione Alterados recentemente ou Ativos e aí você clica em Criar Campanha em cima do painel.

Irá surgir uma janela e aí você terá de preencher pequenos detalhes pedidos, sendo esses:

Nome da campanha: geralmente com um nome fácil de encontrá-la mais tarde;

Tipo de compra: opte pela opção Leilão para poder ajustar o preço do anúncio;

Objetivo: defina o objetivo da sua campanha.

Existem 10 tipos, como é mostrado na imagem em baixo:

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1 – Criar conjunto de anúncios com o Power Editor

O Conjunto de anúncios é onde pode definir as datas de início e fim, assim como o orçamento diário ou tempo de todos os anúncios que fazem parte de um conjunto dos mesmos.

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Para definir essa opção clique em Definição de anúncios  e depois em Criar conjunto de anúncios.

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Dica: O Facebook recomenda que criemos conjuntos de anúncios discriminados por cada público-alvo.

Selecione o conjunto de anúncios criado e mais em baixo na página irá ver as opções apresentadas na imagem em baixo:

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Aqui terá de preencher pequenos detalhes pedidos como:

Orçamento: defina um orçamento diário ou para toda a duração da campanha. Esse será o valor máximo que o Facebook irá cobrar;

Data de início/fim: defina uma data e hora de início e fim. Ou você pode optar por um anúncio contínuo de longa duração;

Criar uma campanha é muito fácil! Mas dica: não se esqueça de carregar no botão Carregar no canto superior esquerdo para guardar as suas alterações.

2 – Criar um anúncio com o Power Editor

Primeiro, certifique-se de que selecionou a sua nova campanha à esquerda. Em seguida, clique em Anúncios no topo e Criar anúncio.

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Escolha o nome da Campanha e o Conjunto de Anúncios ao qual quer criar o anúncio e lhe dê um nome.

Depois de clicar em Criar, o seu anúncio irá surgir dividido em 3 seções principais:

Material Publicitário;

Público;

Otimização e Preço.

A seção Material Publicitário irá parecer-se com esta:

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Aqui terá que preencher os seguintes campos:

Página / Local do Facebook;

Publicação de Página – Pode optar por promover uma publicação já feita ou criar um post não publicado para usar para o anúncio;

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Tags de URL Opcionais – Para acompanharmos o tráfego gerado pelo anúncio para o nosso website;

Acompanhamento de Conversão – Para analisarmos as conversões fora do Facebook;

Local de Publicação;

Dica: A opção Feed de Notícias (desktop e mobile) é o que tem melhor CTR, mas há outras opções, porque públicos-alvo diferentes podem responder de forma diferente.

Dispositivos Móveis.

A seção Público irá se parecer com essa:

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Quanto mais exaustivo for no preenchimento desta seção, melhores serão os resultados.  São diversos os campos a parametrizar, nomeadamente:

Públicos personalizados;

Públicos excluídos;

Localização (país, distrito, cidade ou código-postal) – Caso seja um negócio local, é mais eficaz colocar as cidades todas à volta da sua;

Idade – Procure escolher faixas etárias não muito longas, sempre de acordo com o perfil do público do seu negócio;

Sexo;

Idiomas – É importante preencher este campo para não gastar o seu orçamento com pessoas que não podem ler o seu anúncio;

Interesses – Adicione palavras-chave, concorrência e interesses segundo o Graph Search do Facebook;

Comportamentos;

Local de trabalho;

Educação;

Conexões (Fãs, Não Fãs, Amigos de Fãs) – Pode optar por excluir as pessoas não conectadas à sua página;

A seção Otimização & Preços será idêntica à imagem em baixo:

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Nesta seção podemos licitar o anúncio com base no:

CPC (custo por clique);

Dica: Se optar pela opção CPC, sugiro que licite sempre 0,01$ acima do valor máximo sugerido pelo Facebook.

CPM (custo por 1000 impressões);

CPM otimizado (otimizado para uma ação específica).

Adicionalmente, dentro do CPM otimizado, podemos utilizar orçamento predefinido ou definir valores máximos das licitações manualmente por:

Cliques (máximo por clique);

Alcance (máximo por 1000 pessoas individuais alcançadas);

Social (máximo por 1000 impressões sociais);

Ações (máximo por ação).

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Dica: Se optar pela opção CPC, sugerimos que coloque sempre 0,01$ acima do valor máximo sugerido pelo Facebook.

Lembre-se sempre que quanto melhores os resultados dos anúncios (cliques na publicação, gostos na página ou outro), menor fica o preço do anúncio. O Facebook recompensa a boa performance dos anúncios baixando o valor a faturar ao valor escolhido.

Por outro lado, quando fazemos uma licitação muito baixa, corremos o risco de o anúncio não ser mostrado.

3 – Economize o seu tempo com a edição em massa

O recurso de edição em massa é uma forma rápida e fácil de poupar alguns minutos na gestão dos anúncios.

Imagina que você queira criar uma campanha com cinco anúncios. Para todos eles já tem definido como local de publicação Todo o Facebook. Mas ao analisar os resultados, se decidiu que quer mudar para Feed de Notícias (desktop e mobile).

A ideia inicial é ir de anúncio em anúncio, individualmente, e alterar o local de publicação, correto? Contudo o Power Editor permite-nos selecionar todos os anúncios dentro da campanha (ou apenas 2, por exemplo) e alterar o local de publicação. Esta alteração é aplicada, automaticamente, aos anúncios selecionados.

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É possível também duplicar rapidamente uma campanha e todos os anúncios dentro desta, clicando no botão Duplicar durante a visualização da campanha.

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E ainda duplicar um anúncio específico.

 

Gostaram das dicas? Então continuem acompanhando nossos tutoriais aqui na Moustache!

 

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10 dicas para sua empresa ganhar exposição no Facebook

Se sua empresa for como a maioria, sua página de negócios no Facebook destina-se a construir conexões com novas perspectivas e solidificar as relações com os clientes existentes. Hoje o Facebook oferece meios para as empresas chegar ao seu público-alvo e ganhar mais exposição para o seu negócio.

Se você está inseguro sobre como sua marca pode aproveitar, aqui estão 10 dicas acionáveis ​​que ajudarão você a ganhar mais exposição na sua página de negócios do

Facebook:

 

  1. Criar uma experiência visual – Com a adição de Timeline, sua página do Facebook deve aproveitar todos os recursos possíveis ao máximo para ser atraente. O topo de linha do tempo apresenta uma imagem de banner grande, este é um lugar ideal para mostrar o seu negócio. Use o logotipo da empresa, uma imagem do negócio, ou uma imagem da equipe de seus funcionários.
  2. Incentive a marcação de fotos – A Marcação de fotos pode ser uma maneira muito eficaz para promover o seu negócio e atrair clientes. Tire fotos do seu negócio, dos trabalhadores em ação, ou de seus produtos. Fotos marcadas irão aparecer uma série de cinco imagens em miniatura no topo de sua página.
  3. Forme Conexões – Pense na sua página como um blog interativo que conta a sua história e incentiva o envolvimento dos usuários. Use sua página de marca para se conectar com novas perspectivas e criar laços mais profundos com os clientes existentes. Seja o mais criativo possível e determine quais atividades ou aplicativos você irá apoiar para melhorar a  mensagem da sua marca, facilitando a interação com seus fãs. Personalize a sua marca; mostre o lado humano da sua empresa.
  4. Publique conteúdo relevante – É mais fácil formar ligações mais profundas com seus clientes, se você está oferecendo conteúdo atraente para seus fãs, comparti;he um conteúdo informativo ou útil. Certifique-se de que tudo o que você postar seja relevante para seu público-alvo.
  5. Evite os jargões – Mensagens que usam chavões ou jargão de negócios como “otimizar” pode diminuir significativamente o número de fãs para uma página do Facebook.
  6. Ofereça um conteúdo compartilhável – Para aumentar a sua exposição, você precisa desenvolver ofertas e conteúdos que irão motivar as pessoas a “curtirem” ou “compartilhar” sua página. Isto irá transformar fãs em evangelistas da marca, oferecendo o seu conteúdo ao alcance exponencial que merece.
  7. Promova o check-ins de seus usuários – Os Facebook Check-ins aparecem na Timeline do usuário e deixar todo mundo em sua rede social sabendo que eles estavam em seu local de trabalho. 90% dos consumidores seguem recomendações de colegas nas mídias sociais.
  8. Foque nos amigos de fãs – Não tenha medo de orientar os amigos de seus fãs atuais para aumentar sua base de fãs.
  9. Ofereça uma promoção única – Construa hype para sua marca, fazendo uma promoção que realmente se enquadre com sua base de fãs. Por exemplo, a Verizon Wireless opera um concurso semanal onde os fãs podem enviar uma foto de si mesmos em um local único, a foto do vencedor é então colocada na página do Facebook da Verizon como a imagem da bandeira. Lembre-se de alinhar as promoções com a estratégia de marketing da empresa.
  10. Experiência com histórias de anúncios pagos – Você pode pagar Facebook para destacar uma atividade ou posto de “História patrocinada” com a teoria de que esses lugares vão ganhar mais exposição para os fãs. O Facebook permite que você redirecione postagens mais antigas ou crie novos, dando-lhe uma oportunidade para ressuscitar um material mais antigo e chamar a atenção mais uma vez.

Os anúncios do Facebook são mais simples: você cria uma mensagem para compartilhar e escolhe o grupo demográfico que pretende atingir. Graças ao sucesso do Facebook agregando dados de sua base de usuários 900 milhões, você pode realmente aprofundar a segmentação de anúncios com uma incrível precisão.

Antes de tudo pense no seu usuário, entenda o que ele procura na Internet e ofereça pra ele. Crie algo que gere um valor e uma necessidade para seu cliente.

 

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Facebook: 10 razões que levam as pessoas a abandonarem a rede social

A Agência Moustache,

Agência de Marketing Digital

mostra que com mais de um bilhão de usuários ativos, o Facebook é a maior rede social do planeta. No entanto, a rede de relacionamentos anda em baixa entre alguns grupos. É o caso dos jovens, que estão usando menos o serviço em países como os Estados Unidos, em que redes móveis estão começando a dominar. Nesse grupo, a principal razão da migração para outras redes é a presença de pais e parentes.

Entretanto, não são apenas os mais jovens que abandonam o Facebook. Gente de todas as idades tem optado por ficar longe do serviço. Listamos os principais motivos que estão levando usuários a encerar uma conta na rede social. Você se enquadra em algum deles? Veja a lista e opine nos comentários.

1) Privacidade

A privacidade no Facebook sempre foi assunto controverso. São frequentes as críticas à complexidade das configurações de dados pessoais da rede social. No ano passado, a opção para manter o nome oculto foi removida da busca. A única forma de ficar tornar o perfil inacessível a certas pessoas é por meio do bloqueio. Há, ainda, a opção de alterar o nome verdadeiro ou sair definitivamente da rede.

2) Dependência

O uso constante pode acabar em vício, de acordo com um estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia. Os pesquisadores concluíram que o uso da rede social tem efeito parecido com o de substâncias com poder de adição – dependência psicológica ou compulsão por atividades como games, computadores e redes sociais. Entretanto, ao contrário do vício de fumar ou do alcoolismo, mais fáceis de serem detectados, é difícil perceber e admitir que se está viciado em redes sociais. Segundo o estudo, as mulheres passam em média 81 minutos diários no Facebook e os homens 64 minutos.

3) Busca por emprego

O monitoramento do perfil no Facebook de candidatos à vagas de emprego já virou rotina para recrutadores no mundo inteiro. Uma pesquisa da empresa de monitoramento de mídia social Reppler entrevistou 300 recrutadores e mostrou que 90% deles visitam os perfis dos candidatos no Facebook como parte do processo de seleção. O mesmo levantamento indicou que 69% deles já descartaram candidatos por causa do conteúdo visto nos perfis. Portanto, cuidado com o que você publica.

4) Baixa autoestima

É feriado, boa parte de seus contatos publicam fotos usando biquíni na praia com a legenda “Vida difícil” e você ficou em casa. O mesmo estudo da Universidade de Gotemburgo mostrou que mais da metade dos participantes da pesquisa desejam ter o mesmo tipo de corpo ou peso que os amigos nas fotos do Facebook. Além disso, usuários mais jovens se mostraram mais propensos a desenvolver distúrbios alimentares por causa das pressões por magreza e padrões estéticos.

5) Parentes

Seu pai, mãe, irmãos, tios, primos e até seus avós agora estão no Facebook. Eles acompanham cada passo seu na rede social e comentam todos os posts que você publica; todos eles. Há ainda os pais que adoram relembrar o tempo em que seus filhos eram pequenos e publicam fotos constrangedoras dos tempos de criança. Eis um bom motivo para repensar sua presença no site de Mark Zuckerberg.

6) Inveja

Além de exibirem corpos magros e sarados nas fotos, seus amigos começaram a casar ou ficar noivos, ter bons empregos e passar férias em lugares paradisíacos – pelo menos é o que eles dizem. Todos esses êxitos são publicados no Facebook e, sim, te deixam com inveja, de acordo com duas pesquisas de universidades alemãs. As fotos de férias maravilhosas são a maior causa de ressentimento, segundo os pesquisadores das universidades de Humboldt e Darmstadt.

Interações como número de cumprimentos recebidos em aniversários, curtidas e comentários em fotos e posts também costumam causar inveja. Foram entrevistadas 600 pessoas e por meio das respostas dadas foi possível descobrir que quem está na casa dos 30 anos tem maior propensão a invejar a felicidade da família. As mulheres se mostraram mais propensas a invejar a aparência e forma física das outras. Os homens revelaram publicar mais conteúdo focado em autopromoção para que seus contatos saibam de suas realizações. Já as mulheres preferem ressaltar a boa aparência e vida social.

7) Excesso de propaganda

Sempre que você curte uma página, logo depois o Facebook te mostra anúncios patrocinados de produtos similares. Agora, além dos anúncios regulares que pipocam no feed de notícias o tempo todo, há os anúncios em vídeo que começam automaticamente com o play ativado. A funcionalidade para novos “ads” foi lançada em dezembro e logo deve chegar a todos os usuários da rede social.

8) Término de namoro

O Facebook não parece ser o local mais indicado para se refugiar ao fim de um relacionamento. Publicações com indiretas ao ex ou sobre como você superou a separação rapidamente só despertam vergonha em quem lê. Somado a isso, sempre há aquela vontade de bisbilhotar a vida do ex e o resultado da pesquisa nem sempre é agradável. Fora as fotos que ficam lá, até serem apagadas.

9) Muitos contatos, poucos amigos de verdade

Ao acessar o feed de notícias você se depara com a aba de aniversários. Mas quem são aquelas 20 pessoas fazendo aniversário hoje? Muito provavelmente você não lembra delas e nem de boa parte dos milhares de contatos que se acumulam em seu perfil. É provável que poucos sejam realmente amigos de verdade. Por que manter manter informados sobre sua vida pessoas com as quais você tem pouca ou nenhuma relação? Fazer uma lista dá trabalho: amigos, conhecidos, restritos …

10) Intolerância

Infelizmente o Facebook tem se tornado espaço para disseminação da intolerância. Opiniões radicais sobre política, pena de morte e redução da maioridade penal aparecem costumeiramente nos feeds de notícias arruinando a vontade de ficar conectado à rede social com tantos posts “odiosos”.

A Agência Moustache, Agência de Marketing Digital, mostra a você mais uma matéria que está rolando na internet!

 

Fonte: http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2014/03/lista-traz-dez-razoes-que-levam-pessoas-abandonarem-o-facebook.html